quinta-feira, 17 de setembro de 2020

SEMANA 27 — AMOR

O que é o amor: emoção ou sentimento?

Depois de 26 semanas a aprender a reconhecer aquilo que sentimos, talvez tenha chegado a hora de fazer a pergunta mais difícil de todas: como estamos a amar?

Durante este percurso falámos de:

admiração;

adoração;

apreciação;

ansiedade;

surpresa;

constrangimento;

calma;

confusão;

desejo;

dor empática;

excitação;

horror;

interesse;

nostalgia;

romance;

tristeza;

tédio;

nojo;

medo;

raiva;

culpa;

orgulho;

vergonha;

ciúmes;

inveja;

alegria.

E agora chegamos à última palavra:

AMOR

Talvez nenhuma outra palavra tenha sido tão escrita.

Tão cantada.

Tão procurada.

Tão prometida.

Tão confundida.

Tão desejada.

E talvez nenhuma outra seja utilizada para explicar experiências tão diferentes.

Dizemos:

“Amo os meus filhos.”

“Amo aquela pessoa.”

“Amo os meus pais.”

“Amo os meus amigos.”

“Amo aquilo que faço.”

“Amo a vida.”

Mas afinal:

O QUE É AMAR?


AMOR É EMOÇÃO OU SENTIMENTO?

Esta é precisamente a pergunta que abre o último capítulo de Biblioterapia com Edmar — O Alfabeto das Emoções.

O livro propõe uma resposta que não cabe numa única categoria.

O amor pode começar como emoção — através da atração, conexão ou cuidado — e transformar-se em sentimento quando essa experiência é reconhecida, nomeada e integrada.

Mas não termina aí.

O amor é simultaneamente emoção, sentimento, vínculo e prática relacional.

E talvez a palavra mais importante seja:

PRÁTICA.

Porque sentir amor e saber amar não são necessariamente a mesma coisa.


PODEMOS AMAR ALGUÉM E NÃO SABER AMÁ-LO?

Talvez sim.

Podemos amar e:

controlar;

sufocar;

exigir;

idealizar;

depender;

invadir;

calar;

ter medo;

não saber comunicar;

não respeitar limites.

Então surge uma pergunta desconfortável:

“Aquilo a que chamo amor consegue ser reconhecido como amor pela pessoa que o recebe?”

Porque não basta perguntar:

“Eu amo?”

Talvez também precisemos perguntar:

“Como amo?”


O AMOR NÃO COMEÇOU CONNOSCO

Muito antes dos poemas, filmes, músicas e histórias românticas, os vínculos humanos já tinham uma função essencial: proximidade, cooperação, proteção e cuidado.

Ao longo da história, diferentes culturas foram atribuindo novos significados ao amor. O próprio livro recorda, por exemplo, as distinções gregas entre eros, philia e ágape, mostrando que aquilo a que chamamos “amor” sempre incluiu diferentes formas de ligação.

Talvez por isso uma única palavra consiga conter:

desejo;

amizade;

cuidado;

intimidade;

companheirismo;

entrega;

pertença.


QUEM NOS ENSINOU A AMAR?

Esta talvez seja uma das perguntas mais importantes de toda a Biblioteca das Emoções.

“Onde aprendi o que significa amar?”

Na minha família?

Observando os meus pais?

Nos livros?

Nos filmes?

Nas primeiras relações?

Na religião?

Na cultura?

Nas perdas?

Nas rejeições?

Nas experiências que tive?

E depois:

“Aquilo que aprendi continua a ser a maneira como quero amar?”

Porque talvez tenhamos herdado ideias como:

“Quem ama sofre.”

“Quem ama perdoa tudo.”

“Quem ama tem ciúmes.”

“Quem ama não abandona.”

“Quem ama sabe o que o outro precisa sem ele dizer.”

“Se me amas, fazes isto por mim.”

Mas:

SERÁ QUE TODAS AS FRASES QUE APRENDEMOS SOBRE O AMOR ENSINAM REALMENTE A AMAR?


EXERCÍCIO DA SEMANA

A MINHA HERANÇA DO AMOR

Pegue numa folha e escreva:

“Na minha infância aprendi que amar era…”

Depois:

“Nas minhas primeiras relações aprendi que amar era…”

“As experiências difíceis ensinaram-me que amar era…”

“Hoje acredito que amar é…”

Agora compare.

E pergunte:

“Que ideias sobre o amor quero conservar — e quais já não quero levar comigo?”


O AMOR PASSA PELO CORPO

Um olhar.

Uma aproximação.

Um abraço.

Uma mão.

Uma voz.

Uma presença.

O amor não acontece apenas como conceito.

O livro descreve-o como experiência integrada entre corpo e mente, podendo envolver tanto ativação e excitação como calma, segurança, empatia e sensação de bem-estar.

Talvez por isso algumas pessoas nos deixem:

agitadas.

E outras nos façam sentir:

em casa.


MAS INTENSIDADE NÃO É NECESSARIAMENTE PROFUNDIDADE

Uma relação pode ser intensa.

E ainda assim não ser segura.

Pode haver:

atração;

saudade;

discussões;

reconciliações;

ciúmes;

medo;

euforia.

Tudo muito intenso.

Mas pergunte:

“Existe paz suficiente nesta relação para que eu consiga ser eu?”

Talvez o amor profundo não precise provar continuamente que existe através do sofrimento.


O AMOR NÃO É APENAS AQUILO QUE SENTIMOS QUANDO TUDO ESTÁ BEM

Talvez seja fácil amar quando:

concordamos;

estamos descansados;

somos correspondidos;

recebemos aquilo que desejamos.

Mas e quando:

discordamos?

estamos frustrados?

o outro coloca um limite?

o outro precisa de espaço?

o outro muda?

O amor maduro talvez apareça também na capacidade de dizer:

“Discordo de ti sem precisar destruir-te.”

“Estou zangado contigo sem deixar de reconhecer a tua dignidade.”

“Preciso de um limite sem precisar deixar de cuidar.”


AMAR NÃO É DESAPARECER

Ao longo destas 27 semanas repetimos várias vezes uma ideia:

EU + TU + NÓS

O amor não deveria exigir:

EU + TU = APENAS NÓS

Uma relação precisa de vínculo.

Mas também precisa de individualidade.

O próprio capítulo apresenta os limites saudáveis como algo que protege o amor, e não como algo que o diminui.

Portanto:

UM LIMITE NÃO É NECESSARIAMENTE FALTA DE AMOR.

Às vezes é precisamente uma forma de cuidar dele.


EXERCÍCIO

COMO EU AMO?

Escolha uma relação importante.

Pode ser:

companheiro;

filho;

pai;

mãe;

irmão;

amigo;

ou outra pessoa significativa.

Agora responda:

Como demonstro amor a esta pessoa?

Como gosto de receber amor?

Como esta pessoa parece gostar de recebê-lo?

Consigo escutá-la verdadeiramente?

Respeito os seus limites?

Consigo colocar os meus?

Existe espaço para vulnerabilidade?

Consigo pedir desculpa?

Consigo agradecer?

Consigo deixar que esta pessoa seja diferente de mim?

E talvez a pergunta mais difícil:

“Se eu estivesse do outro lado desta relação, como seria ser amado por mim?”


AMOR NÃO É ADIVINHAÇÃO

“Se me amasse, saberia.”

Quantas relações sofrem por causa desta frase?

Esperamos que o outro:

adivinhe;

perceba;

antecipe;

saiba.

Mas talvez amar também seja aprender a dizer:

“Eu preciso…”

“Eu gostaria…”

“Isto magoou-me…”

“Isto é importante para mim…”

“Não consigo…”

“Ajuda-me…”

O capítulo coloca a comunicação autêntica, a empatia e a presença entre as práticas através das quais o amor se desenvolve.


A PERGUNTA QUE QUASE NUNCA FAZEMOS

Perguntamos:

“Amas-me?”

Mas talvez exista uma pergunta mais útil:

“Como te sentes amado por mim?”

Talvez a resposta nos surpreenda.

Porque podemos passar anos a oferecer aquilo que gostaríamos de receber...

sem perguntar aquilo que o outro realmente necessita.


O AMOR E A VULNERABILIDADE

Amar implica risco.

Quem amamos pode:

não corresponder;

mudar;

partir;

adoecer;

morrer;

escolher outro caminho.

Não existe amor profundamente humano sem alguma vulnerabilidade.

O livro coloca precisamente a vulnerabilidade consciente como algo capaz de aprofundar o vínculo.

Talvez a questão não seja eliminar o risco.

Talvez seja:

“Consigo amar sabendo que não consigo controlar tudo?”


AMAR É UMA ESCOLHA?

Talvez o início nem sempre seja.

Não escolhemos todas as pessoas que nos despertam atração.

Não escolhemos todas as emoções que aparecem.

Mas depois do primeiro impulso...

há escolhas.

Escolhemos:

escutar;

cuidar;

respeitar;

conversar;

permanecer;

partir;

perdoar;

colocar limites;

reparar;

estar presente.

É exatamente aqui que o último capítulo faz uma afirmação central:

amar não é apenas um estado passivo; é também uma escolha ativa e reiterada, ligada ao cuidado e à construção de relações significativas.


O AMOR PRECISA DE VERBOS

Talvez “amor” seja um substantivo demasiado grande.

Experimente transformá-lo em verbos:

ESCUTAR

CUIDAR

RESPEITAR

PERGUNTAR

TOCAR

PARTILHAR

ACOLHER

REPARAR

AGRADECER

ESTAR

Agora pergunte:

“Que verbos existem atualmente na maneira como amo?”

Porque talvez o amor que nunca se transforma em ação seja difícil de reconhecer para quem está do outro lado.


EXERCÍCIO DOS SETE DIAS

SETE VERBOS PARA AMAR

Durante os últimos sete dias desta Biblioteca das Emoções, escolha um verbo por dia.

DIA 1 — ESCUTAR

Escute alguém sem preparar a resposta.

DIA 2 — AGRADECER

Diga concretamente por que razão alguém é importante para si.

DIA 3 — CUIDAR

Faça um gesto de cuidado sem esperar recompensa.

DIA 4 — PERGUNTAR

Pergunte:
“Como estás verdadeiramente?”

DIA 5 — REPARAR

Se existe algo pelo qual precisa assumir responsabilidade, dê um primeiro passo.

DIA 6 — RESPEITAR

Respeite um limite — seu ou do outro.

DIA 7 — EXPRESSAR

Diga algo que talvez tenha deixado demasiado tempo por dizer:

“Gosto de ti.”

“Obrigado.”

“Desculpa.”

“Tenho saudades.”

“És importante para mim.”


E O AMOR POR SI?

Falámos muito sobre amar os outros.

Mas existe outra relação da qual não podemos sair:

a relação connosco.

Como fala consigo quando erra?

Como trata o próprio corpo?

Respeita os seus limites?

Permite-se descansar?

Perdoa-se?

Cuida-se?

Consegue dizer não?

Consegue reconhecer as próprias conquistas?

Talvez amor-próprio não seja repetir:

“Sou maravilhoso.”

Talvez seja conseguir dizer:

“Mesmo nos dias em que não gosto de tudo em mim, continuo a tratar-me com dignidade.”


AMAR-SE NÃO É COLOCAR-SE ACIMA DOS OUTROS

É deixar de se colocar permanentemente abaixo.

É reconhecer:

“Eu também faço parte das pessoas de quem preciso cuidar.”

Talvez isto mude muitas coisas.


E O AMOR PARA ALÉM DE DUAS PESSOAS?

O amor não termina no romance.

Existe:

amor pelos filhos;

pelos pais;

pelos amigos;

pela comunidade;

pelos animais;

pela natureza;

pelo conhecimento;

pela humanidade;

pela vida.

O capítulo lembra que diferentes tradições e épocas compreenderam o amor em múltiplas formas, desde desejo e amizade até cuidado e amor universal.

Então pergunte:

“Onde o amor circula atualmente na minha vida?”


EXERCÍCIO

O MAPA DO AMOR

Coloque o seu nome no centro de uma folha.

À volta escreva:

PESSOAS QUE AMO

PESSOAS QUE ME AMAM

LUGARES QUE AMO

COISAS QUE AMO FAZER

VALORES QUE AMO DEFENDER

PROJETOS QUE AMO CONSTRUIR

FORMAS COMO DEMONSTRO AMOR

Agora observe.

Talvez descubra:

A SUA VIDA CONTÉM MAIS AMOR DO QUE AQUILO QUE NORMALMENTE CHAMA DE “VIDA AMOROSA”.


MAS O AMOR TAMBÉM SABE PARTIR

Talvez esta seja uma ideia difícil.

Às vezes amar significa permanecer.

Outras vezes pode significar:

não continuar a participar numa relação que destrói duas pessoas.

O amor não transforma automaticamente qualquer relação numa relação saudável.

Podemos amar alguém e reconhecer:

“Não conseguimos continuar desta forma.”

Amor e limite podem coexistir.

Amor e distância podem coexistir.

Amor e despedida podem, por vezes, coexistir.


DEPOIS DE 27 SEMANAS...

Agora gostaria de regressar ao início.

Na Semana 01 perguntámos:

“O que as coisas que admiro dizem sobre a pessoa que estou a tornar-me?”

Depois atravessámos vínculos.

Medos.

Desejos.

Perdas.

Limites.

Confusão.

Raiva.

Culpa.

Vergonha.

Ciúmes.

Inveja.

Alegria.

E talvez percebamos agora:

não existem emoções inúteis.

Algumas protegem.

Algumas aproximam.

Algumas afastam.

Algumas avisam.

Algumas revelam necessidades.

Algumas mostram valores.

Algumas pedem mudança.

Algumas pedem descanso.

Algumas pedem coragem.

Mas todas podem tornar-se:

INFORMAÇÃO SOBRE NÓS.


O GRANDE EXERCÍCIO FINAL

A MINHA BIBLIOTECA INTERIOR

Pegue numa folha grande.

Escreva as 27 emoções que percorremos.

Ao lado de cada uma coloque apenas uma frase:

“Esta emoção ensinou-me…”

Não precisa responder tudo num dia.

Faça lentamente.

Talvez algumas respostas sejam:

Medo: ensinou-me aquilo que tento proteger.

Raiva: ensinou-me onde preciso de limites.

Tristeza: ensinou-me aquilo que teve valor.

Inveja: mostrou-me desejos que ainda não tinha assumido.

Vergonha: mostrou-me partes de mim que aprendi a esconder.

Alegria: mostrou-me aquilo que me devolve vida.

Amor: talvez me esteja a ensinar...

como quero estar no mundo.


E AGORA?

Durante 27 semanas fizemos:

SENTIR → OBSERVAR → NOMEAR → COMPREENDER → ESCOLHER

Talvez este seja o verdadeiro objetivo da Biblioteca das Emoções.

Não controlar todas as emoções.

Não eliminar aquelas de que não gostamos.

Não estar permanentemente bem.

Mas conseguir dizer:

“Isto está a acontecer dentro de mim.”

“Consigo observar.”

“Consigo escutar.”

“Consigo compreender melhor.”

“E depois posso escolher o que faço com aquilo que sinto.”


A ÚLTIMA PERGUNTA DAS 27 SEMANAS

Não poderia terminar perguntando simplesmente:

“Quem ama?”

Gostaria de deixar uma pergunta maior:

“Se alguém observasse apenas a maneira como vivo, como trato as pessoas, como cuido de mim, como coloco limites, como reparo os meus erros e onde coloco o meu tempo — conseguiria reconhecer aquilo que digo amar?”

Porque talvez o amor não seja apenas aquilo que declaramos.

Talvez seja aquilo que repetidamente fazemos com aquilo que é importante para nós.

O último capítulo chega justamente a esta dimensão: o amor pode tornar-se uma força estruturante da identidade, dos vínculos e do sentido, expressando a capacidade humana de criar, cuidar e transcender a própria individualidade.


ENCERRAMENTO — 27 SEMANAS DEPOIS

Começámos com uma emoção que nos fazia olhar:

ADMIRAÇÃO.

Terminamos com uma experiência que nos convida a ligar:

AMOR.

Entre uma e outra...

aprendemos a olhar para dentro.

Talvez agora compreendamos um pouco melhor que inteligência emocional não significa sentir menos.

Significa aprender a relacionar-nos melhor com aquilo que sentimos.

E talvez Biblioterapia seja precisamente isto:

um livro;

uma palavra;

uma pergunta;

uma emoção;

um silêncio;

uma descoberta.

Até que, em determinado momento, percebemos:

já não estamos apenas a ler o livro.

Estamos a ler-nos a nós próprios.

E se estas 27 semanas deixarem apenas uma pergunta dentro de si, gostaria que fosse esta:

“Depois de tudo aquilo que descobri sobre mim, como escolho viver — e amar — a partir de agora?”


📖 PARA CONTINUAR ESTA VIAGEM

Esta reflexão e os exercícios da Semana 27 — Amor foram inspirados e adaptados do último capítulo de Biblioterapia com Edmar — O Alfabeto das Emoções, de Edmar Silva:

“Amor — O que é o amor: emoção ou sentimento?”

Na obra, o amor encerra o percurso das emoções como uma experiência multidimensional, relacionada com vínculo, cuidado, presença, comunicação, empatia, limites, vulnerabilidade e construção de sentido.

BIBLIOTERAPIA COM EDMAR — O ALFABETO DAS EMOÇÕES

Edmar Silva

O livro que deu origem à Biblioteca das Emoções e ao percurso destas 27 semanas.


📚 E PARA ENCERRAR, NÃO ESCOLHERIA APENAS UM ÂNCORA

Aqui eu faria algo diferente das semanas anteriores.

Na última semana, colocaria os quatro livros da Coleção ÂNCORA juntos, porque chegámos exatamente ao ponto em que os percursos se encontram:

ÂNCORA — QUEM ESTÁ A ESCREVER A TUA HISTÓRIA?

Primeiro, perguntamos:

Quem tem segurado a caneta da minha vida?

ÂNCORA — CARTAS PARA O INCONSCIENTE

Depois, escutamos:

O que existe em mim que ainda não compreendo completamente?

ÂNCORA — A ARTE DE ESTAR CONSCIENTE

Então aprendemos:

Como posso estar presente diante daquilo que penso, sinto e faço?

ÂNCORA — SEMEIA A TUA HISTÓRIA

E finalmente chegamos à escolha:

O que quero cultivar daqui para a frente?

Assim, os quatro livros fechariam simbolicamente toda a Biblioteca das Emoções:

AUTORIA → INCONSCIENTE → CONSCIÊNCIA → GERMINAÇÃO

E o Alfabeto das Emoções acrescentaria:

SENTIR.

Juntos, talvez possamos terminar assim:

SENTIR → COMPREENDER → TOMAR CONSCIÊNCIA → ESCOLHER → SEMEAR → VIVER


🌱 A ÚLTIMA SEMENTE

Depois de 27 emoções, não quero deixar uma resposta.

Quero deixar uma semente.

Pegue numa folha e escreva:

“DAQUI PARA A FRENTE, QUERO CULTIVAR…”

Complete com apenas uma palavra.

Amor?

Coragem?

Presença?

Liberdade?

Verdade?

Calma?

Alegria?

Consciência?

Depois guarde essa palavra.

Porque talvez terminar uma Biblioteca das Emoções não signifique chegar ao fim.

Talvez signifique estar finalmente preparado para começar a escrever, conscientemente, o próximo capítulo.

Edmar Silva
Biblioterapia com Edmar

LER. SENTIR. COMPREENDER. TRANSFORMAR.

Fim das 27 semanas. E, talvez, início de uma nova história.

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