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sábado, 2 de setembro de 2023

WORKSHOP EXPANSÃO DA CONSCIÊNCIA NÍVEL 2

 


1.        O que é a Consciência?;

2.        Escala de níveis de Consciência;

3.        05 passos para o auto-perdão;

4.        Como beneficiar das ondas cerebrais  no processo da Expansão da Consciência;

5.        Os quatros ciclos Merkabah Judaica para Meditação Guiada;

6.        Roda de Cura na Frequência Solfeggio;

7.        Conceitos da Telepatia na parapsicologia;

8.        Encontros Vivenciais.

9.        Técnicas Mediúnicas;

10.     Live só com os inscritos para tirar dúvidas;


Está a decorrer o Workshop Expansão da Consciência Nível 2 - Informe-se
LISBOA - ESPAÇO AMAR - FORMADORES: EDMAR SILVA & JORGE MARCHANTE

segunda-feira, 17 de abril de 2023

Expansão da Consciência

 No dia 15 de abril, teve lugar, no Espaço AMAR em Lisboa, um workshop sobre Expansão da Consciência dinamizado por Edmar Silva e Jorge Marchante.

Este workshop terá continuidade no mesmo local.
O Espaço Amar fica na Rua Rosa Araújo 34, 1250-195 Lisboa.
Para mais informações consulte: https://espacoamar.co
m/quem-somos/espaco-amar

segunda-feira, 1 de março de 2021

Objeção de Consciência

 Quando o cumprimento de uma lei se opõe às convicções pessoais de um ser qualquer ocorre um conflito ético. Este conflito aparece entre duas dimensões: a lei que deve ser respeitada e a consciência individual. Com o propósito de dar uma solução entre as duas dimensões existe a possibilidade de amparar-se na objeção de consciência.

Este conceito jurídico se baseia na seguinte ideia: um indivíduo pode alegar o descumprimento de uma lei quando esta vai contra suas crenças profundas.

Logicamente, esta proposta constitui um problema, já que se trata de uma modalidade de desobediência civil. Devido à sua dimensão “questionável”, em alguns países são estabelecidos certos limites para a aplicação desse valor.

Exemplos ilustrativos

Tradicionalmente, aplica-se em circunstâncias bem específicas: no uso de armas, no aborto e na eutanásia.

Vamos imaginar uma pessoa que se considera pacifista. Como consequência de suas convicções, acredita que não pode usar armas, pois sua consciência pacifista a impede do ato. Se esta pessoa tivesse que realizar o serviço militar obrigatório em seu país, poderia aproveitar da objeção de consciência se a legislação vigente contemplasse esta possibilidade. Se a lei não inclui a opção de objeção de consciência, esta pessoa seria punida por sua oposição ao uso de armas.

A questão do aborto levanta polêmica em vários sentidos e em certas ocasiões a interrupção voluntária da gravidez entra em conflito com a consciência pessoal. Se um médico se opõe ao aborto por suas convicções pessoais ou religiosas, pode amparar-se da liberdade de consciência desde que a lei contemple esta possibilidade.

Algo parecido acontece com a eutanásia, já que em alguns países a legislação permite a interrupção da vida em certos casos; isso pode gerar um grande conflito a um médico que se opõe à eutanásia.

Esta figura tem certos limites

Observamos que poderia ser aplicada a questões como o pagamento de impostos ou a escolarização dos filhos. Assim, na teoria, alguém poderia se negar a pagar impostos alegando ter convicções políticas bem profundas em relação a assuntos fiscais. Da mesma forma, uma pessoa poderia se negar a matricular seu filho na escola porque sentiu que o sistema educacional se opõe às suas ideias pessoais.

Como norma geral, o limite à objeção de consciência se fundamenta em um princípio: não é viável que um indivíduo coloque sua consciência individual em primeiro lugar antes de limitar os direitos dos demais.

Referencia autoral (APA): Editora Conceitos.com (mar., 2018). Conceito de Objeção de Consciência. Em https://conceitos.com/objecao-consciencia/. São Paulo, Brasil.

Conceito de Consciência

O conceito de consciência refere-se, em geral, à capacidade de reconhecer um ato assim que ele ocorre, seja em relação a si mesmo (autoconsciência ou sentido interno) ou ao mundo externo. Ser consciente de algo implica ter um conhecimento sobre isso. Por exemplo, temos consciência do que observamos/vivenciamos quanto estamos acordados, mas não temos consciência do que acontece enquanto dormimos.

A consciência para Descartes

A questão da consciência estabeleceu-se, na modernidade, como objeto central de estudo para a filosofia. O desenvolvimento da ideia de consciência como um espaço de representação separado do mundo constitui um dos traços mais característicos da modernidade filosófica. René Descartes (1596-1650) foi um dos principais filósofos a teorizar sobre a consciência nesse período, descrevendo-a em suas “Meditações Metafísicas” (1641) por meio de uma metáfora teatral: a consciência é, portanto, o teatro de nossas representações, já que é um espaço interno (lugar do cogito ou res cogitans, isto é, da coisa que pensa) no qual as coisas do mundo externo aparecem, na forma de representação (res extensa, isto é, as coisas materiais).

A forma como Descartes compreende a consciência se baseia em sua conceção dualista do mundo, segundo a qual há uma diferença radical entre a atividade mental interior, identificada com o “eu” (ego cogito), e as coisas do mundo externo, sensíveis e materiais.

A teoria de Hume

O filósofo empirista David Hume (1711-1776), em seu Tratado sobre a Natureza Humana (1739), desenvolveu uma crítica à conceção racionalista de consciência desenvolvida por Descartes, que foi central para a história do pensamento moderno. Para Hume, todas as nossas ideias são derivadas de impressões que obtemos por meio da experiência. No caso do ‘eu’, porém, não temos nenhuma impressão de que se mantenha ao longo do tempo e que possamos vivenciar por meio de nossa própria introspeção. Portanto, é uma ideia que não vem de uma impressão, mas consiste em uma ideia complexa que compomos através de outras ideias simples. Cada vez que direcionamos nossa atenção para dentro, encontramos estados particulares: sentimentos, sensações ou pensamentos. A ideia do ‘eu’ não deriva de nenhum deles, mas explica-se por que atribuímos a qualidade de substância à passagem contínua de um estado a outro através da série de impressões encadeadas na experiência, por meio de diferentes leis de associação. A consciência ou o ‘eu’, nesse sentido, é uma ficção à qual recorremos porque é útil para a vida prática.

A consciência para Kant

Recuperando tanto a herança do racionalismo como do empirismo, Immanuel Kant (1724-1804), concebeu a consciência através da noção —decisiva na passagem da modernidade para a contemporaneidade— de perceção transcendental. Kant, na “Crítica da Razão Pura” (edição de 1787), defende que temos uma consciência empírica, pela qual percebemos que estamos percebendo, mas, ao mesmo tempo, os sujeitos requerem uma consciência transcendental à qual referir a multiplicidade de representações que ocorrem na intuição. Caso contrário, a experiência seria impossível, pois estaríamos diante de um constante caos de perceções. Assim, a perceção transcendental consiste no polo unitário ao qual remetemos todas as nossas perceções, que é, então, uma condição de possibilidade da experiência, para que tal experiência possa ser sintetizada como nossa. A perceção transcendental é o fundamento da unidade da consciência empírica, na medida em que é uma consciência mais originaria que acompanha todas as nossas representações (ou seja, é a consciência interna de todos os nossos estados mentais) e as remete à unidade do “EU”.

A ideia clássica de consciência como uma unidade foi posteriormente criticada por autores contemporâneos, de mãos dadas com a crítica da conceção moderna de subjetividade. Nesse sentido, por exemplo, a atividade mental pode ser considerada múltipla, assim como a identidade do eu pode ser entendida como variável no tempo.

Artigo de: Lilén Gomez. Professora de Filosofia, com desempenho em ensino e pesquisa em áreas da Filosofia Contemporânea.

Referencia autoral (APA): Gomez, L.. (Março 2023). Conceito de Consciência. Editora Conceitos. Em https://conceitos.com/consciencia/. São Paulo, Brasil.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2021

Expansão da Consciência

expansão da consciência envolve a ampliação das percepções sobre si mesmo e em relação ao universo. Através dela, uma pessoa deixa de viver no modo automático e abre seus olhos para entender seus sentimentos, emoções e as reações que eles geram em seus pensamentos e comportamentos. Além de passar a se atentar para a energia que emana e atrai através de suas ideias e atitudes. Resumidamente, expandir a consciência é desfrutar ao máximo da extraordinária aventura que é viver.

Conteúdos

10 PASSOS ESSENCIAIS PARA A EXPANSÃO DA CONSCIÊNCIA

Se deseja aumentar as suas percepções e viver em plenitude cada experiência, é importante que coloque em prática os passos a seguir. Através de cada um deles passará a dar maior atenção a detalhes que, normalmente, passar despercebidos. Então, terá a chance de elevar o seu aprendizado à máxima potência e crescer a cada dia como pessoa, profissional, cidadão, amigo, pai, mãe, filho, enfim, como ser humano.

1 – ENCONTRE O SEU VERDADEIRO EU

Para expandir a sua consciência é necessário conhecer como ela está atualmente, o que inclui entender quais são os seus sonhos, o que te move, a forma como se sente, seus valores, tudo. Lembre-se que você não é apenas o que representa para a sociedade, sua essência vai além de títulos como: funcionário da empresa X, filho do fulano, morador da cidade Y. Claro que cada uma dessas nomeações faz parte de quem é, mas é pouco perto da imensidão que há em seu interior.

2 – OBSERVE E REFLITA

Quando uma pessoa não observa e reflete a respeito de suas experiências, ela está vivendo no modo automático, com uma consciência limitada. Por isso, para conseguir expandi-la, é necessário ter coragem para encarar o seu eu interior. A reflexão irá te ajudar a entender melhor seus pensamentos e emoções, proporcionando clareza em relação à sua vida atual. Através dela se torna possível reconhecer seus problemas e buscar soluções. E, por tudo isso, é um grande passo para o seu crescimento.

3 – PRATIQUE A COMPAIXÃO

compaixão é um sentimento poderoso e que irá te ajudar a expandir a sua consciência porque te levará a reconhecer o estado emocional das outras pessoas. Diversos estudos comprovaram que aqueles que se compadecem com as dores alheias conseguem agir de maneira mais positiva ao terem que lidar com situações de estresse. Nesse sentido, praticar a compaixão em relação a si mesmo e aos outros ajuda a promover o perdão e também a superar seus próprios pensamentos e emoções negativas.

4 – DEIXE O PASSADO IR

O passado é uma parte importante da história de cada um, entretanto, ele já aconteceu e, embora possa fornecer uma grande bagagem de aprendizado, não pode mais ser alterado. Nesse sentido, se a intenção é expandir a consciência, é essencial que entenda o poder do agora e deixe o que passou para trás. Identifique o que te prende a esse passado e resolva essa questão em seu interior, para que possa começar a olhar para o hoje e vivê-lo de forma plena e consciente.

5 – CONTROLE O EGO

ego é o núcleo da personalidade de cada indivíduo, e ele é o responsável por defendê-la. Dessa forma, quando uma pessoa está agindo de forma egoísta, ela está colocando as suas vontades na frente de tudo, buscando os próprios interesses sem considerar os demais. Controlar o ego é de grande importância para o processo de expansão a consciência porque, se isso não for feito, ele continuará bloqueando-a e impedindo que tome decisões de forma consciente. Por isso, sempre se pergunte se o que está pensando é fruto da sua essência ou do seu ego e, assim, poderá obter uma visão mais clara.

6 – VENÇA AS CRENÇAS LIMITANTES

A mente humana costuma criar diversas crenças limitantes que comprometem o desenvolvimento dos indivíduos e, consequentemente, a expansão da sua consciência. Autoestima baixa, incapacidade de perdoar a si e aos outros, problemas para aceitar a realidade, são exemplos de bloqueios emocionais criados de forma inconsciente. Liberte-se deles e quebre as barreiras, ao fazer isso estará purificando a sua mente a elevando-a a uma frequência mais alta.

7 – DESFRUTE DA SOLITUDE

Como você se sente quando está só? Sofre com isso ou consegue desfrutar da sua companhia de maneira agradável? Se respondeu a segunda opção é sinal de que já conhece o significado da palavra solitude, pelo menos na prática. Entretanto, se isso te causa sofrimento, é importante que entenda o que falta para ressignificar a solidão em seu interior. Encontre formas de aprender a apreciar sua própria companhia, pois a tranquilidade proporcionada por momentos só seus é um passo importante para expandir a consciência.

8 – SAIA DA ZONA DE CONFORTO

Permanecer na zona de conforto é o mesmo que se manter para sempre com o seu estado atual de consciência. Nesse sentido, se a intenção é expandir, é fundamental que explore o universo fora dessa área que considera segura e cômoda. Use a imaginação, vá em busca de novas experiências e conhecimentos, desvende camadas da sua personalidade. Faça isso com coragem, e não tenha medo de errar, mas sim de permanecer sempre igual.

9 – CONECTE-SE COM A NATUREZA

Manter uma conexão com a natureza é outro passo importante para expandir a sua consciência. Observar e sentir cada detalhe, ouvir os sons, tocar, são experiências que irão te proporcionar uma nova visão em relação ao universo, pois te farão sentir que é verdadeiramente parte dele. Sempre que possível tenha esse contato e experimente uma profunda sensação de paz e conexão consigo mesmo.

10 – PERMITA-SE SENTIR O AMOR

O amor é um sentimento poderoso e que dá sentido às nossas vidas. Portanto, se sentir que existe algo que o bloqueia em sua vida e te impede de senti-lo, liberte-se disso. Amar e ser amado, das mais diferentes formas, é um modo extraordinário de ver a sua consciência expandir. Lembre-se sempre de uma das leis mais importantes do universo, dar e receber, ame e se permita ser amado e viva isso na mais pura essência.

Expandir a consciência irá permitir que todas as experiências que viver se tornem mais completas e intensas, pois saberá enxergá-las através de uma visão mais ampla, sem as barreiras criadas pela mente. Por isso, coloque essas dicas em prática e dê um passo muito importante em sua evolução. Permita-se!

Fonte: O Que é a Expansão da Consciência? - José Roberto Marques - Presidente do IBC Coaching (jrmcoaching.com.br)




Consciência de Classe

 No contexto da tradição do pensamento iniciada pelo filósofo Karl Marx (1818-1883), a noção de consciência de classe refere-se ao grau de compreensão que os trabalhadores têm de sua real pertença a uma classe social -a saber, sua pertença nas classes oprimidas -, conforme o papel que ocupam dentro do regime econômico da sociedade, estruturadas em duas classes sociais antagônicas.

Condições de vida e consciência social

Marx aponta que as condições materiais da existência dos homens, isto é, o modo de produção de sua vida material, concreta, molda sua vida espiritual em geral. Do ponto de vista do materialismo histórico clássico, desenvolvido por Marx juntamente com Friedrich Engels (1820-1895), a estrutura econômica condiciona a superestrutura social, política e cultural. Portanto, não é a consciência dos homens que determina o seu ser social, ou seja, a forma como constituem as relações sociais; mas, inversamente, sua consciência é determinada por tais relações (que, por sua vez, são moldadas de acordo com a organização da produção material da vida).

A maneira como as condições materiais de vida e a consciência dos sujeitos se relacionam é dialética, ou seja, ambos os elementos se afetam reciprocamente à medida que a história avança e, com ela, as sociedades se desenvolvem. Nesse sentido, cabe destacar que Marx não defende unilateralmente um determinismo da estrutura econômica sobre a consciência do homem e sua organização político-cultural.

Enquanto as condições de produção e reprodução da vida real (o fator econômico) constituem a base social, os elementos superestruturais – isto é, as formas políticas e legais que a luta de classes assume – também exercem sua própria influência no curso da história, muitas vezes determinando a forma como se manifesta a contradição entre as classes sociais. Assim, a atividade dos homens não é absolutamente determinada por sua situação econômica, mas eles fazem sua própria história a partir dos meios materiais de que dispõem, sob a influência de relações políticas e ideológicas.

Classe social e consciência de classe

Historicamente, as sociedades se formaram de acordo com a forma como as relações sociais se organizam no processo produtivo, dentro do qual os sujeitos cumprem diferentes papéis. Tais papéis determinam o pertencimento a uma condição social específica —isto é, a uma classe social—; Assim, sob o modo de produção capitalista, a sociedade se divide em duas grandes classes em luta: de um lado, os donos dos meios de produção (a burguesia) e, de outro, os trabalhadores (o proletariado), que só eles possuem sua força de trabalho e devem vendê-la por salários.

Ora, na produção, não só se configura um ser social dos sujeitos, pelo qual eles se inscrevem numa ou noutra classe, mas, ao mesmo tempo, configura-se também uma consciência social. Tal consciência é, então, produto da prática (principalmente, da práxis produtiva) e, consequentemente, está em permanente transformação.

Assim, historicamente, a posição dos sujeitos no processo produtivo condiciona a perceção que eles têm de si mesmos em relação ao todo e da sociedade em geral. Então, a psicologia dos indivíduos, seus sentimentos, modos de pensar e conceções sobre a vida, são moldados pelas bases materiais e pelas relações de produção. No sistema capitalista, tais relações se configuram de acordo com a propriedade privada dos meios de produção (assim como do produto do trabalho dos trabalhadores, que fica nas mãos dos burgueses).

Para Marx, desta forma, a consciência de classe do proletariado consiste na consciência de seus interesses como classe social, bem como do fato de que estes são antagônicos aos interesses da classe burguesa, na medida em que, para a burguesia proprietária atinja seu objetivo de maximização do lucro, uma maior exploração dos trabalhadores é inevitável.

A forma como o filósofo se refere à consciência dos trabalhadores sobre suas condições materiais e a necessidade de se organizar para conquistar o poder político e, posteriormente, abolir as relações opressivas, é da noção de classe para Sim. Enquanto o proletariado não constituir uma classe para si, consciente de suas próprias condições e interesses econômicos, ele assume os da burguesia, sob as formas da ideologia dominante.

Artigo de: Lilén Gomez. Professora de Filosofia, com desempenho em ensino e pesquisa em áreas da Filosofia Contemporânea.

Referencia autoral (APA): Gomez, L.. (dez., 2022). Conceito de Consciência de Classe. Editora Conceitos. Em https://conceitos.com/consciencia-classe/. São Paulo, Brasil.

Consciência Social

 

Ter consciência de algo significa ter conhecimento suficiente. Em outras palavras, quando nossa razão nos permite conhecer uma realidade, dizemos que somos conscientes.

Do ponto de vista da psicologia, a consciência do indivíduo expressa sua predisposição racional para entender o mundo a sua volta.

A consciência social

Como indivíduos, somos conscientes do que se passa ao nosso redor e esse grau de consciência é precisamente a essência da nossa consciência social como indivíduo. Por outro lado, a própria sociedade é formada por uma entidade autônoma, neste sentido qualquer coletividade também tem certa consciência social. Assim, quando dentro da sociedade são reconhecidos certos problemas que afetam de alguma maneira a todos se forma uma consciência social coletiva.

Consciência social no marxismo

Na filosofia marxista o conceito de consciência social é fundamental. Assim, cada grupo social tem certo nível de consciência. Os trabalhadores têm ou deveriam ter consciência da sua categoria para serem reconhecidos como um coletivo. Quando não são reconhecidos como categoria, é impossível que possam transformar sua realidade.

Para Marx, a exploração dos trabalhadores é o elemento chave para despertar sua consciência coletiva. Não se trata de uma reflexão teórica, mas sim de um primeiro passo para mudar a realidade e o modelo social.

Consciência social e participação

Uma pessoa pode ter muita informação sobre os problemas que afetam a sociedade (desemprego, pobreza, exploração, etc.). No entanto, conhecer a realidade não é o suficiente para mudá-la. Por esta razão, algumas pessoas optam por participar ativamente de algum projeto. Existem várias maneiras de colocar em prática uma consciência social transformadora, mas todas elas passam por uma participação ativa. Entre os milhares exemplos de participação podemos destacar os seguintes: doações financeiras, colaboração solidária, projetos de voluntariado com organizações não governamentais, etc.

Inimigos da consciência social

A maioria das pessoas afirma que tem consciência social em relação às injustiças que estão ao seu redor ou em outras partes do mundo. Entretanto, é bem provável que este tipo de afirmação seja uma forma de autoengano ou uma simples declaração de boas intenções.

A consciência social em sua dimensão individual ou coletiva apresenta uma série de “inimigos poderosos”: a cruel competitividade, o individualismo, a supremacia cultural, a globalização, o consumo de energia não responsável, etc.

Referencia autoral (APA): Editora Conceitos.com (mar., 2017). Conceito de Consciência Social. Em https://conceitos.com/consciencia-social/. São Paulo, Brasil.